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Rua Dr. Neto de Araujo, 320 - sala 503 

Vila Mariana

Tel: (11) 4323-4294 / 4324-4294

Cel / Whats (11) 9 8136-1101

Carol Bezerra

Natural de Santos – SP é atriz e cantora, formada em Arte Educação com habilitação em cênicas e música pelo Instituto de Artes da UNESP. Estudou canto popular em São Paulo com Tuca Fernandes e Samuel Kerr e no Rio de Janeiro com Clara Sandroni e Janaína Azevedo. Em parceria com diferentes artistas possui diversos repertórios, dentre eles destacamos: 

SamPa: Show performático com canções sobre a história e o cotidiano da cidade de São Paulo, homenageando-a. O projeto sublinha a identidade paulistana e mostra uma cidade com suas qualidade e defeitos através de um repertório que contempla o humor de Adoniram Barbosa, o lirismo contemporâneo de Eduardo Gudin, as críticas do grupo Premê e as composições-pérolas de Paulo Vanzolini e Geraldo Filme, provando que São Paulo nunca foi o túmulo do samba.

​​https://www.youtube.com/watch?v=P_iG2IHb8Ws

 

Baile da Cumbuca: em um único show o público é convidado a viajar pelo Brasil, cantando e dançando ritmos como samba, maxixe, carimbo, jongo, boi bumbá, congada, afoxé, samba de roda, capoeira e maracatu.

https://www.youtube.com/watch?v=L-QhcQnf5vQ

Sarambá: Elo entre os sambas dançantes sincopados de 1930 e os sambas novos, de estilo, com o objetivo de entreter com qualidade. O repertório conta com pérolas dos sambas criados para o teatro de Revista, dentre outros.

https://www.youtube.com/watch?v=0V5hJoZ67s0

Aracy de Samba e de Almeida: celebra a grande artista, inteligente, culta, transgressora que passou os últimos anos de sua vida como a “jurada mal-humorada” dos programas de calouros.

https://www.youtube.com/watch?v=IcevnUSpYvE

 

Ainda somos os mesmos: homenagem a Elis Regina, a mulher que conseguiu deglutir as referências mais importantes da história criativa musical do país recriando-as e transformando-as em sua voz e interpretação, numa expressão imortal, misturando sociedade e intimidade – e que nos representa em qualquer lugar. O show consiste, principalmente, em canções do Transversal do Tempo (1978) e Festival de Montreaux (1979). O show propõe uma reflexão sobre como este recorte histórico influencia os músicos da nova cena artística.

https://www.youtube.com/watch?v=o0yKBkZmfuY